
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
PORNOGRAFIA
E nós também sabemos como manter isso escondido. Essa é a cultura que foi nos ensinada, mas é uma cultura que pode destruir sua vida.
É estupidez pensar que as coisas que vemos e ouvimos não nos afetam. Todos admitimos que boa música, bons filmes e bons livros só têm a acrescentar nas nossas vidas.
Não é difícil acreditar que imagens ruins podem nos fazer mal.
Olhar mulheres nuas não é o problema?
Nós podemos simplesmente aceitar os fatos e satisfazer nossa carne, ou nós podemos viver uma vida da integridade e evitar as armadilhas da pornografia na internet ou fora dela. Cada homem tem sua batalha.
As imagens também podem nos persuadir. Empresários sabem que se conseguirem pôr uma imagem persuasiva do seus produtos na sua frente, durante um momento emocional intenso, ela vai penetrar no seu subconsciente.
O ponto X da pornografia é o egoísmo. Eu começo e paro quando eu quiser. Ninguém vai saber. Isso é meu segredo. Eu faço tudo em secreto. Mas isso pode destruir sua vida, sua família.
Quais efeitos isso pode ter num homem?
Que tipo de idéias a pornografia está colocando nas nossas cabeças? Se coisas erradas continuarem sendo absorvidas, seu ambiente mental pode ficar tão poluído que você terá problemas na sua vida. Uma das partes mais vitais do ambiente mental é uma idéia saudável de quem somos sexualmente. Se essas idéias estão poluídas, uma parte fundamental de quem somos fica destorcida.
A Influência da Pornografia
Nem todo mundo que vê pornografia ficará viciado. Alguns apenas ficarão com algumas idéias tóxicas sobre mulher, sexo, casamento e crianças. Porém, alguns terão algum tipo de abertura emocional que permitirá que o vício tome lugar.
EXPOSIÇÃO PRECOCE
A maioria dos rapazes que ficam viciados em pornografia começa cedo. Eles vêm pornografia quando são muito jovens e já estão com um pé na porta do vício.
VÍCIO PORNOGRÁFICO
Você continua retornando à pornografia. Ela se torna uma parte da sua vida. Você está atado e não consegue se livrar.
AGRAVAMENTO
Você começa a buscar por mais e mais materiais pornográficos. Você começa a usar materiais que antes causavam-lhe repulsa. Agora, causam-lhe excitação.
INSENSIBILIDADE
Você começa a ficar insensível às imagens que vê. Até a imagem mais pornográfica não o excita mais. Você fica desesperado para sentir a mesma sensação novamente, mas não consegue.
ATUANDO SEXUALMENTE
Este é o momento em que os homens dão um salto crucial e começam a pôr em prática as imagens que viram. Alguns saem das imagens pornográficas de papel e plástico e entram no mundo real, com pessoas reais, em atitudes destrutivas.
Se você identifica algum desses padrões na sua vida, você precisa pisar no freio agora. A pornografia está tomando mais e mais controle da sua vida? Você tem alguma dificuldade em parar? Você continua buscando por mais?
Contribuição: DárioMegamoto
Fonte: SEXXCHURCH
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Cristianismo Gay?

O Movimento homossexual cobra força a cada dia. O caso da censura pública à psicóloga Rozangela Justino, noticiada neste blog, é apenas um exemplo do poder que o movimento detém. Contudo, ninguém pode negar que os homossexuais têm todo direito de lutar por um lugar na sociedade. Se conseguirão isso sufocando outras camadas, aí é outra conversa.
“Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque
até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E,
semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se
inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão,
cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu
erro”
“Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus”
domingo, 30 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Conselho pune psicóloga que diz curar homossexuais

O Conselho Federal de Psicologia puniu, na sexta-feira, 31 de julho, a psicóloga Rozângela Alves Justino, há 28 anos na profissão, com censura pública. A psicóloga entende que a homossexualidade pode ser curada.
Com a punição, mais branda do que a cassação do registro profissional, Rozângela poderá atuar como psicóloga, mas terá que rever sua prática para não infringir o Código de Ética da Psicologia e a resolução do Conselho, de 1999. A resolução afirma que a homossexualidade não constitui doença, distúrbio ou perversão.
Na interpretação do Conselho, Rozângela, que trabalha no Rio de Janeiro, demonstrou tratar a homossexualidade como uma doença ao oferecer terapia para que gays passassem a ser heterossexuais.
“Estou me sentindo amordaçada e impedida de ajudar as pessoas que, voluntariamente, desejam largar a atração por pessoas do mesmo sexo”, disse a psicóloga à imprensa. Ela anunciou que vai ignorar a decisão do Conselho.
O presidente do Conselho federal, Humberto Verona, argumentou que Rozêngela foi condenada com censura pública “para que toda a sociedade tenha conhecimento e ela não repita essa prática. Havendo insistência, ela vai arcar com todas as consequências”.
Os nove conselheiros votaram, por unanimidade, pela censura pública à psicóloga carioca. O advogado de Rozângela informou que vai recorrer da decisão do Conselho.
O bispo da diocese anglicana dissidente do Recife, Robinson Calvacanti, solidarizou-se com a psicóloga cristã, encorajou-a a prosseguir o seu trabalho profissional e protestou contra “essa ato de perseguição, heterofóbico do Conselho Federal de Psicologia.”
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Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC)
via: http://cristianismohoje.com.br/ch/conselho-pune-psicologa-que-diz-curar-homossexuais/
domingo, 2 de agosto de 2009
Salém é Aqui

Antigamente o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois passou a ser toleado. Hoje é aceito como coisa normal. Eu vou-me embora antes que passe a ser obrigatório. Arnaldo Jabor
O barulho é baixo como convém a alguns atos em que a ética e a verdade ou os valores dela derivados, estejam sob ataque ou sendo subvertidos. É assim que percebo o julgamento a que será submetida a psicóloga Rosângela Justino, evangélica – já condenada por uma censura pública pelo CRP-RJ –, por seu posicionamento favorável a pessoas que desejem e procurem, por livre e espontânea vontade, um psicólogo e que a este apresente seu desejo de mudar de orientação sexual, sejam atendidos.
É sabido que pessoas com orientação homossexual, ao longo do tempo, têm sofrido muitos tipos de agravamento à sua honra, desrespeito e agressões, incluindo a morte. Acontece, porém, que na sociedade brasileira há leis bastante, todas derivadas do famoso artigo 5º da Constituição Federal – este inspirado nas leis universais de defesa do valor da pessoa –, que acima do âmbito íntimo e particular da opção sexual, trata a todos, homens e mulheres, de igual modo, ou seja, basta ser uma pessoa em qualquer dos gêneros, para encontrar nela acolhida e é disso, no fim das contas, que se trata a situação de qualquer um, homossexual ou não. Que se clame pelo império da lei, portanto.
O movimento pró-gay, entretanto, inverte este paradigma e dá a seus membros um novo status. O fato de uma pessoa se identificar como homossexual na sociedade, automaticamente será alvo de preconceito, é o que se diz. Por este argumento, a pessoa homossexual, homem ou mulher, ganha especial condição, importando nisso uma defesa específica que se equipara à categoria de raça ou etnia vitimizada.
O argumento é tal, que numa reportagem do Bom Dia Brasil, a simpática apresentadora Mariana Godoy começa dizendo que a maioria absoluta de homossexuais já foi vítima de preconceito. Onde achou este dado, não explicou, apenas repetia um mantra. Ela falava a propósito de violências ocorridas na parada gay em S. Paulo. Irônico é que a mesma reportagem afirma que o consumo de álcool no evento bateu recorde.
Ora, a despeito do debate ainda inconcluso, sobre as razões, sejam elas fisiológicas, genéticas, sociais e psicológicas ou todas juntas, que levam uma pessoa a se tornar homossexual, é de se garantir, antes de tudo, aquilo que é a preocupação básica em todas as sociedades modernas ocidentais: que homens e mulheres recebam proteção, gozem direitos e realizem obrigações de forma livre e sob o manto da justiça. Baseado nisso, cada pessoa, no limite que lhe é garantido, faz aquilo que lhe apraz, inclusive mudar seus hábitos sexuais. Não é válido que alguém, alguns com mais de quarenta anos de vivência heterosexual, mude de sexo cirurgicamente, por que aquele(a) que tão somente pratica o sexo homossexual não pode mudar seu objeto de desejo?
Nem mesmo o testemunho de pessoas que, tendo sido homossexuais ativos e passivos, mudaram sua orientação, é suficiente para que o CFP entenda que se trata aqui, não de uma violação do código de ética da profissão, nem mesmo de prática charlatã da psicologia como poderiam também sugerir. Trata-se de garantir o direito daquele que deseja mudar sua orientação e daquele que quer e pode ajudar nesta sofrida caminhada, tão grande ou maior que o assumir-se gay.
Rosângela Justino, como profissional da psicologia, sem dúvida também movida por sua consciência e esta pela sua fé – será este o motivo principal desta caça às bruxas –, apoia, sim, pessoas na prática homossexual que, em angústia psicológica, a buscam ou a outros profissionais, para redirecionar o que lhe torna a existência sofrida. Que quer isso dizer? O que muitos psicólogos Brasil afora sabem e ouvem em seus consultórios. Pessoas que não estão certas de seus desejos e muitas vezes, confusos, se tem à frente um terapeuta ético, religioso ou não, acabam por optar pela heterossexualidade e vivem felizes nesta definição.
Por que alguém com inclinação homossexual só poderá ser inteiro(a), feliz e realizado nesta opção? Que cânone inflexível, que pesquisas irretorquíveis podem oferecer tamanha certeza se, como se sabe, a pessoa é a maior sabedora de si mesmo? Ou já se sabe mais que o próprio indivíduo sobre aquilo que lhe é mais apropriado, inclusive em área tão sensível?
A resolução CFP 001/99 (22/03/99) não pode se tornar tão engessada que julgue um profissional sem considerar questões mais amplas, inclusive aquele que deseja mudar. Em vez de punir, como se num estado de exceção vivêssemos, mude-se a resolução. Mas não, estas pessoas, em nome de uma suposta identidade sexual “imutável” se tornam, por este expediente, destituídas de qualquer autonomia, pois ou foram convencidas a mudar por coerção psico-religiosa ou são incapazes completos para decidir sobre a própria vida. O psicólogo – CFP –, é quem sabe o que lhe é melhor e tutelará o sujeito neste particular para que assuma sua verdadeira identidade, pois somente a dúvida já é motivo suficiente para enclausurá-lo ad aeternum naquela condição.
Por outro lado, segundo a resolução, o psicólogo que atende, mesmo guardando os princípios de respeito, sigilo e atenção ao indivíduo, constitui-se, neste ato, um declarado patologizador do homoerotismo, um divulgador e reforçador de preconceitos, um vendedor de ilusões de cura para um estado que, todos sabem (?), não tem volta. Quisera a sexualidade fosse definida assim como quer a resolução. Quisera não houvesse dúvida, nem desejos sexuais conflitantes. Quisera fôssemos todos resolvidos e o grau de sexualidade fosse estático e mais, não se relacionasse com as esferas espiritual e familiar e tão somente fosse ligado ao social e afetivo na exclusiva e hermética individualidade do sujeito.
Rosangela Justino será julgada no próximo dia 31 de julho. Está em jogo um debate sério sobre liberdades individuais, uma posição técnica, valores inegociáveis desta profissional enquanto pessoa e de todos aqueles que buscam num psicólogo ajuda para seus dramas nesta área tão delicada e que o acirramento de posições e o patrulhamento – Clodovil que o diga se vivo estivesse – hoje exercido por grupos do movimento gay não contribui para uma sociedade plural e respeitosa.
fonte: http://eudesalencar.blogspot.com/2009/07/salem-e-aqui.html
terça-feira, 14 de julho de 2009
Escola de Sexualidade

- Teologia da Sexualidade
- História da Prostituição e Legislação Brasileira
- História da Revolução Sexual
- Identidade Sexual
- Desenvolvimento da Sexualidade
- Homossexualidade
- Dependência Emocional
- Travestismo e Transexualismo
- Vício Sexual
- Estupro
- Libertação do Poder do Pecado
- Aconselhamento de Noivos
- Aconselhamento Conjugal
- HIV/AIDS/DST
- Luau GLS
- Liderança Cristã
- Projeto Sentinela
- 13 a 31 de Outubro
- Inscrição :R$ 50,00
- Prestação : R$ 350,00 (com Hospitalidade)
- R$ 200,00 (aulas)
- (27) 3233 4904
- Cx.Postal: 196 CEP: 29001-970 Vitória/ES
- contato@avalanchemissoes.org
- http://www.avalanchemissoes.
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